20 ANOS

Em 6 de janeiro de 1996, Manuel Valente de Pinho Leão, sacerdote da diocese do Porto, criou a Fundação Manuel Leão. Para o ano de 2016 preparamos várias iniciativas para si e para todos, nas áreas de intervenção da instituição — Educação, Cultura, Arte e Ação Social. Acompanhe-nos sempre e ajude-nos a festejar!

 


11 de março de 2016
A educação do futuro está aqui!#1

A primeira iniciativa será um Seminário Internacional A educação do futuro está aqui!. Terá lugar a 11 de março, em Vila Nova de Gaia, e estarão presentes individualidades de renome internacional que apresentarão os casos da Finlândia e Catalunha. De igual modo iremos conhecer novas práticas pedagógicas que acontecem em Portugal.

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11 de julho de 2016
A educação do futuro está aqui!#2

Não vamos parar, como prometemos a todos quantos quiseram e puderam estar connosco por ocasião do nosso primeiro encontro “A educação do futuro está aqui!”, em Gaia, no passado dia 11 de março.

Vamos pois realizar um segundo encontro ainda antes de irmos para férias de Verão. Sabemos que a melhoria da educação e sobretudo as mudanças disruptivas que é preciso empreender não são tarefa fácil e que, cada um sozinho e cada instituição isolada, é caminho que acaba em becos sem saída.

Por isso, precisamos de estar juntos mais vezes e de trabalhar mais cooperativamente. Para já convidamos mais escolas e mais projetos inovadores, com diversas dimensões e facetas, desenvolvidos tanto em meios urbanos como rurais, tanto nacionais como internacionais.

O importante, para já, é iniciarmos novos projetos, continuarmos projetos já encetados, ligarmos a inovação que já empreendemos a outras dinâmicas similares, tudo para que as crianças e os jovens possam vir a usufruir de uma nova educação escolar, capaz de fomentar o seu acesso ao conhecimento e a um leque amplo de valores e competências, capaz de os tornar pessoas críticas e criativas, pessoas respeitadoras do outro, do diferente e sobretudo do mais necessitado, capazes de se envolverem na busca de um mundo mais fraterno.

As mudanças no velho modelo escolar têm de ser muitas e profundas, se queremos resgatar as escolas da irrelevância sociocultural e de um reducionismo antropológico que as está a fazer mirrar e empobrecer drasticamente.

Assim, convido-vos para regressarem (ou virem de novo) a Vila Nova de Gaia, no dia 11 de julho, para prosseguirmos o caminho e partilharmos a esperança!

Teremos um modelo mais versátil, em que cada projeto ou dinâmica terá apenas 12 minutos de apresentação, tipo TED Talk, sendo estes tempos cumpridos rigorosamente. Assim, será possível ainda dispormos de algum tempo para a conversa e o debate.

Cá vos esperamos, um equipa que vos proporcionará a melhor hospitalidade.

Joaquim Azevedo
Presidente

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9 de setembro de 2016
As motivações e preocupações dos professores

Fundação Manuel Leão, que se encontra a celebrar os 20 anos da sua constituição, está a promover um conjunto de iniciativas, articuladas também com a simultânea celebração dos 30 anos da Lei de Bases do Sistema Educativo.

Para além dos encontros sobre “ A educação do futuro está aqui!”, vamos promover um novo encontro a 9 de setembro, com dois objetivos principais:
(i) dar a conhecer e debater os principais resultados do inquérito aos professores portugueses sobre o estado atual das suas “motivações e preocupações”;
(ii) divulgar e debater o estado da educação em Portugal, na perspetiva do Programa AVES – Avaliação Externa de Escolas; ao fim de quinze anos de aplicação contínua de uma bateria de questionários sobre a qualidade da educação das escolas portuguesas, a Fundação vai devolver à sociedade portuguesa o conhecimento que foi acumulando sobre as suas escolas. Quais os resultados escolares dos alunos? Como tem evoluído a opinião dos pais, dos alunos e dos professores sobre as suas escolas?

Estes são dois motivos muito fortes para depositarmos uma grande expectativa neste evento. Temos poucas leituras sólidas e independentes acerca do que se passa na educação em Portugal e essa voz também precisa de se fazer ouvir. Por outro lado, os resultados do questionário aos professores surgem num momento em que muito se fala do cansaço, do esgotamento, do “burnout” que acampou entre os docentes portugueses, cada vez mais envelhecidos. Será verdade? Ou essa é uma visão que alguém quer fazer passar sobre o que sentem os professores? Mas, então, o que sentem, no termo do ano letivo 2015/16?

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